Sandro Moura é a voz do Nordeste na televisão brasileira

Um programa de televisão assumidamente de ideologia conservadora. Essa é a proposta do "Brasil Nordeste" que estreou em junho na TV COM Brasília e exibido nas principais operadoras de TV por assinatura do país, como Claro e SKY.
Ancorado pelo jornalista pernambucano, Sandro Moura, que foi criado na comunidade da Muzemba, no Rio de Janeiro, o programa vai ao ar às 12 horas de segunda à sexta mostrando o lado empreendedor do Nordeste brasileiro, além de entrevistar formadores de opinião por todo país, desde políticos até empreendedores e artistas.
Sandro Moura abandonou uma vida estruturada no Rio de Janeiro e mudou-se para Brasília para tocar um projeto ambicioso, levar aos 53 milhões de nordestinos ideais conservadores usando várias plataformas, cujo carro-chefe é o programa de TV "Brasil Nordeste" que chega a praticamente todos municípios brasileiros.
Sandro já contava com colaboradores do seu estado natal, mas resolveu reforçar o time contratando nomes como o consultor político Eduardo Negrão, um jornalista que aprendeu fazer televisão com nomes como Gabriel Priolli, Tadeu Jingle e Nilton Travesso.

'Brasil Nordeste' entrevista Antônia Fontenelle

Logo nos primeiros dias o programa "Brasil Nordeste" entrevistou nomes do cenário político como o senador Major Olímpio e Sargento Fahur.
A YouTuber Antônia Fontenelle também foi uma das entrevistadas do programa. Em sua participação falou de sua carreira e sua reinvenção profissional com a criação de um dos maiores canais de sucesso no YouTube. Ela também destacou a situação política do Brasil em tempos de pandemia da Covid-19.
O radialista pernambucano Marcelo Jorge completa a equipe do "Brasil Nordeste" atuando como correspondente em Recife. Eduardo Negrão participa do programa direto de São Paulo com entrevistas e reportagens especiais.
A ideia do projeto Brasil Nordeste teve início no rádio, no agreste de Pernambuco. Aos poucos outras pequenas emissoras do interior da Paraíba e do Ceará começaram a retransmitir o programa. Daí para a televisão foi um pulo. Hoje os estúdios da empresa estão na cobertura do Edifício Venâncio III, bem em frente à CNN Brasília, que ocupa a cobertura do edifício vizinho.
Sandro Moura disse que não é tarefa simples entrar num mercado dominado por uma visão de mundo, segundo ele clientelista e avesso à livre concorrência. "Mas alguém tinha que iniciar esse desbravamento então que sejamos nós", disse o jornalista.


O programa é um dos vários projetos de jornalismo independente que toma conta das emissoras comunitárias e da própria internet, além de plataformas de vídeo como o YouTube e Vimeo, por exemplo.

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